WORLD MEANING AND PURPOSE SUMMIT

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Summit Mundial de Sentido e Propósito: um chamado coletivo.

Vivemos em um tempo curioso da história da humanidade. Nunca tivemos tanto acesso à informação, tantas ferramentas, tantas oportunidades — e, ainda assim, uma sensação silenciosa parece atravessar pessoas, organizações e até sociedades inteiras: a sensação de falta de sentido.

É como se estivéssemos avançando rapidamente, mas sem saber exatamente para onde. Como se estivéssemos ocupados, produtivos, conectados… e, ao mesmo tempo, desconectados daquilo que realmente importa.

Foi justamente dessa tensão — entre progresso e significado — que nasceu o WORLD MEANING AND PURPOSE SUMMIT.

Mais do que um evento, o Summit é uma resposta. Uma tentativa consciente de criar um espaço onde possamos parar, refletir e, principalmente, reconectar. Reconectar com perguntas fundamentais que, por vezes, evitamos no meio da correria do dia a dia:

Por que fazemos o que fazemos?
O que torna a vida mais significativa?
Como podemos construir carreiras, organizações e sociedades que não apenas funcionem — mas que façam sentido?

Essas não são perguntas novas. Elas acompanham a humanidade há séculos. Mas talvez nunca tenham sido tão urgentes quanto agora.

O WORLD MEANING AND PURPOSE SUMMIT nasce exatamente nesse ponto de encontro entre ciência, filosofia, experiência humana e prática. Ele reúne pesquisadores, líderes, empreendedores, educadores e buscadores de diferentes partes do mundo para explorar, juntos, a ciência e a prática do sentido e propósito.

A primeira edição internacional aconteceu em Lisboa, em 2025. Um encontro íntimo, profundo, com aproximadamente 150 participantes de 30 diferentes países. Foi um experimento — mas também um sinal.

Um sinal de que existe, sim, uma comunidade global buscando mais significado.

Durante aqueles dias em Lisboa, algo ficou evidente: quando criamos o espaço certo, as pessoas se abrem. Histórias são compartilhadas. Perguntas são feitas. Conexões reais acontecem. E, talvez mais importante, surge um tipo de energia difícil de explicar — uma mistura de pertencimento, inspiração e direção.

Não era apenas conteúdo sendo transmitido. Era algo sendo vivido.

A partir dessa experiência, ficou claro que não se tratava apenas de realizar um evento anual. Havia algo maior emergindo. Um movimento.

E é esse movimento que agora ganha ainda mais força na edição de 2026.

Neste ano, o Summit acontece em Madrid, na IE University Tower, reunindo uma comunidade ainda mais diversa e global. A expectativa é de 350 participantes — mais que o dobro da edição anterior — vindos de diferentes países, culturas e contextos.

Mas o crescimento não é apenas numérico. Ele é, sobretudo, qualitativo.

O que se busca não é simplesmente aumentar o número de pessoas na sala. É reunir as pessoas certas. Pessoas que estão, de alguma forma, comprometidas em viver e construir com mais sentido. Pessoas que entendem que propósito não é um conceito abstrato, mas uma força prática — capaz de transformar vidas, culturas organizacionais e sistemas inteiros.

O Summit foi cofundado por Kiko Kislansky, Michael F. Steger e Helena Marujo — três vozes reconhecidas internacionalmente na interseção entre propósito, psicologia, liderança e desenvolvimento humano.

Essa combinação de perspectivas — prática, científica e filosófica — é uma das grandes forças do encontro.

Ao longo dos dois dias, os participantes são convidados não apenas a ouvir, mas a participar. Diferente de eventos tradicionais, o WORLD MAP Summit adota uma abordagem mais colaborativa, onde a comunidade também ajuda a construir a experiência.

Uma das iniciativas mais marcantes é o processo de “Participant-Fueled Speaker Voting”, onde os próprios participantes podem submeter ideias de talks e serem escolhidos pela comunidade para subir ao palco. Isso quebra uma lógica tradicional de eventos e reforça uma crença central: todos têm algo significativo a contribuir.

Esse espírito de co-criação transforma a dinâmica do encontro. Em vez de uma plateia passiva, temos uma comunidade ativa.

Além das palestras, o Summit promove diálogos, trocas, reflexões coletivas e experiências que convidam à introspecção e à ação. Porque, no final, o objetivo não é apenas inspirar — é gerar transformação.

E essa transformação não é apenas individual.

Cada pessoa que participa leva consigo algo que impacta seu entorno. Líderes voltam para suas organizações com novas perspectivas sobre cultura e engajamento. Educadores repensam suas abordagens. Empreendedores alinham seus negócios com causas mais profundas. Profissionais redescobrem sentido no trabalho — ou percebem a necessidade de mudança.

Nesse sentido, o impacto do Summit se expande muito além dos dois dias de evento.

Ele se torna um catalisador. Um ponto de inflexão. Um espaço onde ideias encontram terreno fértil e começam a se transformar em ações concretas.

Outro aspecto importante é o caráter global do encontro. Com participantes de dezenas de países, o Summit cria um ambiente onde diferentes visões de mundo se encontram. Isso amplia a compreensão sobre o que significa viver com propósito em contextos distintos — culturais, sociais e econômicos.

E, ao mesmo tempo, revela algo universal: independentemente de onde viemos, todos buscamos sentido. Essa combinação de diversidade e unidade talvez seja uma das maiores riquezas do evento.

Ao olhar para o mundo atual — com seus desafios complexos, crises de saúde mental, desconexão no trabalho e polarizações sociais — fica cada vez mais evidente que precisamos de novas formas de pensar e agir.

Mas talvez, antes disso, precisamos de novas formas de sentir. E o WORLD MEANING AND PURPOSE SUMMIT é, acima de tudo, um convite para isso.

Um convite para pausar. Para escutar. Para refletir. E para, a partir disso, agir com mais consciência.

Mais do que oferecer respostas prontas, o Summit cria espaço para perguntas melhores. E, muitas vezes, são as perguntas que mudam o rumo das nossas vidas.

Participar de um encontro como esse não é apenas uma decisão profissional ou acadêmica. É, de certa forma, uma decisão existencial.

É escolher estar em um ambiente onde o superficial dá lugar ao essencial. Onde conversas profundas substituem pequenas formalidades. Onde conexões reais emergem.

Em um mundo cada vez mais acelerado, isso se torna um verdadeiro diferencial. Talvez por isso tantas pessoas descrevem a experiência como transformadora. Não porque tudo muda da noite para o dia. Mas porque algo interno se reorganiza. Uma nova clareza surge. Um novo olhar se estabelece.

E, a partir daí, novos caminhos se tornam possíveis. A edição de Madrid representa mais um passo nessa jornada. Um passo rumo à consolidação de um movimento global que busca integrar ciência, prática e humanidade em torno de um tema central: o sentido da vida.

Para aqueles que sentem que existe algo mais…
Para aqueles que buscam alinhar sucesso com significado…
Para aqueles que acreditam que é possível construir um mundo mais consciente, humano e conectado…

Esse é o lugar. O WORLD MEANING AND PURPOSE SUMMIT não é apenas um evento para assistir. É um espaço para viver.

E, talvez, para começar — ou continuar — uma das jornadas mais importantes que podemos fazer: a jornada de viver com propósito.

Kiko Kislanky